RSM
Roberta Sâmya
5 août 2026
Cápsula do tempo...
One day...
14 mai 2026
Tantos anos aparecendo por aqui furtivamente, como fantasmas da vida adulta....
Até os fãs sumiram, eu mesma não viria, mas me senti obrigada por alguma força maior.
Sempre escrevi sobre a complexidade que julgo as pessoas, seres tão incríveis, mas esquisitos em suas essências, se não fossem excêntricos talvez meu olhar nunca pousaria neles.
Vivi uma vida de muito amor, amores, de anjos e seres angelicais, de pessoas bobas e bestas, de pessoas essas que ficaram, outras só permaneceram, umas se foram, outras já não sei onde andam, e assim a vida quando você passa da casa dos 30, você conta nos dedos os que ficaram da adolescência, da escola, as pessoas mais recentes ocupam espaços que eram negligenciados, os novos amigos se tornam inseparáveis, e assim a vida, sempre se renovando, obviamente que deixei uns poucos e bons amigos, pois não teria como conviver apenas com quem me conheceu mais recentemente, tenho camadas demais , preciso de gente que me viu no casulo, que sabe de minhas transformações, quantas vezes fugi de mim para retornar pra mim mesma.
Existem pessoas hoje que nunca mais me viram, e outras que certamente nunca mais me verão, porque sou assim como uma sombra, furtiva, como um líquido que se esvai, como uma fragrância que não permanece tanto tempo após borrifada, sou como fumaça, um veneno, sou como líquido que escorre no inverno e evapora após a primavera.
Sou dessas que nunca quer, mas quase sempre após ir quer ficar, sou daquelas que quando não deseja estar simplesmente se vai, sem meios termos, sem despedidas demoradas, apenas sumo como uma alma que vagava perdida e encontrou seu rumo.
Um ser humano que perde o acesso a mim perde algo ? Não seria presunçosa a falar que perdeu muito, nem sei exatamente o que teria perdido, mas ouso dizer por tantas vezes que o sorriso frouxo, desses largos de rasgar os cantos da boca, como se outras pessoas no mundo não arrancassem risadas, mas meus caros, a forma como os faço rir, duvido um pouco e não muito que outrem consiga numa intensidade similar, como leonina que sou e boa palhaça não adepta da palhaçaria, uma pessoa que zomba, que tira qualquer pessoa, que responde em frações de segundos, assim me julgam, assim aprendi a ser vista, assim me entendi como ser humano, ou alienígena, nem sei mais.
Aprendi tão cedo a arte de rir das desgraças, pois não foram poucas, como sobreviveria sem rir, já teria enlouquecido talvez, sem ver graça em tudo e perder a graça do nada, fui vivendo uma vida um tanto dolorida e acentuada, não nasci pra viver o monótono, já até pedi aos céus um pouco de chatice, de marasmo, enquanto me recuperei de algum baque.
Nem tive a sorte de amores tranquilos, os maiores que tive doeram do início ao fim, quando penso em intensidade cinematográfica, dramas, choros e toda a narrativa teatral do amor, posso afirmar que vivi em sua integralidade, pessoas completamente diferentes, mas já tive um padrão até conhecer o amor sólido, que trouxe paz e calmaria, passarinhos cantando aos domingos, mas nem sempre foi assim.
Não vou me estender sobre assuntos do coração, minha ascendência me faria chorar.
Mais uma vez aqui, por mim , pra mim e pra ninguém.
beijos direto de fortal city ;*
28 avril 2026
Bem astral....
Caras/Monas,
Nem era sobre isso o post anterior, mas quando chego aqui escrevo mil coisas ao mesmo tempo, dá pra perceber que nenhum post segue uma ordem do início ao fim, sempre me perco neles, talvez um tdah, talvez só meu jeito ansioso antecipando assuntos de forma instintiva?
Pensei em fazer um retorno (nada triunfal), mas é que aqui sempre foi meio terapêutico e nunca fiz terapia, parecia certo desabafar aqui, me erguer aqui, na frente de todos, como um BOA LEONINA, no seu espetáculo visceral sobre a vida cotidiana, que melodramática , não é mesmo ?
Se fosse questionar cada post que fiz e me arrependi amargamente, essa página já teria sido tirada do ar, teria apenas apagado e fingido que nunca aconteceu, tipo quando você cai na rua e levanta tão rápido mas todo mundo viu , ou não, ou simplesmente as pessoas estavam ocupadas vivendo e isso pouco se importaram se você ralou o joelho, essa é minha visão sobre tudo, no geral, acho que a gente se dá importância demais, sendo que a importância só existe pra quem nos conhece e torce que fiquemos bem.
A intenção era vir aqui falar em como o intervalo de tempo que me dei pra processar assuntos que pensei estarem mofados, mas na verdade apenas empoeiraram com o tempo, me levaram a crer que não sou totalmente sentimental como acreditei que fosse, o quanto mudei e ainda que sensível o eu atual não condiz com a maioria das coisas que escrevi para diversas pessoas em grandes intervalos de tempo que julguei organizar cronologicamente e estavam bagunçados no final das contas.
Sempre foi um pouco difícil coexistir com essa variação de pessoas dentro de mim, já fui tantas em uma que nem sei dizer qual delas deixou de ser algo, a postagem anterior diz muito do que mudei, do que mudarei e o que estar por vir, se não perceberam foi como consegui processar, se estou aqui e sempre estive, embora por vezes como leitora de mim mesma, agora talvez atuante novamente.
Desculpa se leonina demais ou não leonina o bastante, não irei me abster de falar sobre o que se passa e acontece em meu córtex pré-frontal. rs
Definitivamente essa volta não terá mais volta.
bjs do meu antigo eu.
(Vocês não sabem o prazer que é estar de volta...kkkkk)
Bitches, i'm coming back....
Hoje mais do que nunca senti vontade de escrever aqui, o tempo se passou e não saberia simplesmente fingir que aqui não aconteceu, não me salvou de enlouquecer, o incrível que nos últimos anos passava como uma visitante, assim como quem acompanhava há 15 anos, pra ler sobre a antiga Roberta, o que ela pensava e achava do mundo, me divertia , confesso.
Sempre fui melhor com as palavras que com as ações, e não que não costume agir com o coração, mas não saberia dizer exatamente o que se passa comigo, o que minha mente tem processado intensamente, tanto que quando era jovem até esse lance dúbio nas postagens as pessoas entendiam, existia uma curadoria presencial, meio que uma vernissage e logo após despejar aqui o que acontecia comigo, mesmo sem saber, na real tinha um redator na espreita ali, acompanhando em tempo real a construção do meu eu literário, se é que se pode falar dessa forma, sempre parecia muito pra mim, embora entendesse que era só uma forma de matar o tempo sendo uma pessoa LGBT e platônica, precisava pôr pra fora, destrinchar as aflições que ocorriam simultaneamente em nós todos, parecia o certo e coletivo de certa forma.
Após a vida adulta até apareci, postei, tentei copiar aquela pequena que falava dos seus anseios, e sempre detestei falar na terceira pessoa de mim mesma, por achar bizarro pra caramba e ter uma personalidade de narradora que fala na primeira pessoa e tudo mais, suspirando e tentando formular um texto minimamente digno de deixar, de não apagar ou salvar nos rascunhos, como boa leonina cada fã sempre importou sim, de verdade, engraçado falar em fãs como se tivesse, mas sinceramente, na minha cabeça meus amigos me admiravam, eles diziam e se importavam na verdade, sempre fui fã deles todos também, em algum momento tinha todos em prateleiras organizadas, do mais talentoso ao mais desastrado, isso meio que moldou minha personalidade, conviver com pessoas que admirava, que exaltava e queria que fosse muito feliz pra sempre, sem ego, sem competições, sabe...
Estaria mentindo se dissesse que hoje os vejo da mesma maneira, pois inconscientemente todos se foram, digo da minha vida, não de onde costuma-se guardar memórias e lembranças da juventude, mas dos meus dias posso afirmar que não estão mais aqui, nem se eu quisesse que estivessem, a gente desvencilhou, foi cada um pra um lado, muitas coisas aconteceram nos últimos anos, e não foi apenas o fato de ter mudado de cidade, porque na real, todos sabíamos que iria cada um pra um lado mesmo, que tudo que tivermos aproveitado terá valido a pena se tiver sido verdadeiro e intenso.
Sabe aqueles lances de filmes, nós assistíamos muitos, chorávamos em vários domingos , sofríamos no sofá vendo a vida de pessoas que nem eram reais, mas que emocionava bastante, quando paro pra lembrar disso tudo hoje parece real um filme, vejo o sofá, nós todos rindo compulsivamente, a fumaça subindo, os copos cheios e olhares por vezes vazios, nunca entendi como pessoas tão felizes eram tristes, talvez isso os tornasse fascinantes pra mim.
Cada um a sua maneira me despertava compaixão e tanto afeto, quanto não saberia quantificar ou definir qual era maior ou menos sincerto, tudo parecia que não ia mudar nunca, os anos passavam e todos permanecíamos iguais, como se o tempo não pudesse mudar nada, a vida acontecia lá fora e quando juntávamos ela permanecia intacta, até perceber que não mais, que aos poucos a minha imagem foi sumindo, os momentos talvez aconteciam e eu não tava mais lá, meu sorriso não acontecia na sala mais, nas fotos até parecia ter um espaço que eu ocuparia se estivesse.
Não sei exatamente onde tudo mudou, não foi só um episódio horripilante e tenebroso que descarrilhou o trem, acho que algo mais forte me tirou dos trilhos, que meio que me paralisou, a vida acontecia e eu não voltava mais lá, não contava mais tudo de incrível que estava acontecendo, cada alegria não foi compartilhada, o ciclo vicioso de incontáveis mensagens, ouso dizer que quando enviava SMS o mundo parecia mais normal, após as novas tecnologias chegarem não dei conta, não via graça em ter caracteres ilimitados. (risos)
É parece que a vida não espera, por mais previsível que tudo parecesse, sempre via como novidade cada coisa que não enviei, não mencionei ou especulei com alguns deles, todos sabiam exatamente o que mais queria pra minha vida e que consegui, mas aquela que não gostava de abraços, só queria abraçar no final de tudo, é até difícil falar de vulnerabilidades hoje, porque ficou parecendo que mudei completamente ao ponto de não me importar, deixei de parecer aquela que choraria quando deitasse no travesseiro, é doido pensar que me conhecer bastante com os anos levou a me desconhecer, não compreendo e nem irei, meio blasé ter um blog atualmente, todos sabem que tô pouco me lixando pra isso.
Então, quem me conhece sabe.....aloka kkkkkk , acreditaram que eu ia meter essa, JAMAIS.
Diria que pronta pra voltar, agora mais truckeira que nunca.
Beijos, saudosos...ou não , suas vagabundas. kkkkkkkkkk
17 avril 2026
10 mai 2017
Moi, Roberta rsrs
3 mars 2017
Viajei...
29 décembre 2016
Patience...
- Tenho paciência pra muitas coisas na vida, inclusive relacionadas a alimentação.
- Tenho toda paciência do mundo pra cortar milimetricamente os legumes para meus pratos homemade, sim eu amo cozinhar.
- Tenho toda paciência do mundo pra comer sushi de hashi, aquele molhinho com kani e polvo. 😝
- Tenho toda paciência do mundo pra comer caranguejo, sem lamber aquelas pernas cabeludas e sebosas. rs
- Tenho toda paciência do mundo pra esperar a cerveja gelar e ficar tinindo.
- Tenho toda paciência do mundo pra aguardar um dia em que todos poderemos sair juntos, mesmo sendo ansiosa pra caralho e achando vocês um poço de preguiça e desculpas.
- Tenho toda paciência do mundo pra fotografar, o que seria de mim se não tivesse.
- Tenho paciência pra cada besteira e pra muita coisa útil, por que a ansiedade não pode roubar a paciência.
Devemos ter mais prática, paciência e coragem.
I. Esse mês lindo me deu um sobrinho mais lindo ainda, que coisa mais fofa da titia. *o*
II. Conheci pessoas incríveis esse ano e descobri o quanto as antigas pessoas de minha vida são maravilhosas.
III. Descobri que não sinto saudade de nada ruim, isso é bom, então tudo segue de boa.
O ano está acabando, esse será último post do ano, feliz ano novo, juízo, desejo que 2017 chegue com toda ousadia e alegria.
13 décembre 2016
Lundi est le jour de penser ...
2 novembre 2016
Un café, saveur et douleur...
Primeiramente, BONJOUR!!!!!
Hoje é dia de finados, muito tarde pra chorar (de uma música triste da adolescência.)
Diante de um e-mail recebido ontem, a vontade de escrever aqui voltou com gosto de gás, então vou meter bala. (doces, gente, doces).
Sobre minha vida contemporânea tenho a acrescentar, nunca me senti tão livre como agora, não me refiro a baladas, nem falo de solteirice (je ne suis pas célibataire), mas de uma liberdade cujo significado é bom, é certo, é agradável. Quando chega certa idade a gente fica assim mesmo, meio maricona (beeessha velha), as reflexões são menos abstratas, aquelas noias de antigamente não afligem mais, em compensação as preocupações são outras, essas o bicho pega, essas preocupações não se referem apenas a nós mesmas, ou nossos grupos juvenis, ihhhh, ferrou, estou escrevendo como uma velha, uma velha que joga pokémon go, que desce em escorregadores e aposta corrida as vezes, mas é isso, a gente vai amadurecendo mesmo com a alma jovem, embora acredite que essa minha alma envelhecia rápido, lutava contra meu corpo jovem diversas vezes, não me cansava, mas fazia um estrago na mente.
Esses dias me peguei revirando e-mails antigos de um amigo que não está mais nesse plano, um amigo que conheci há mais de 10 anos, porém sua amizade não durou nem 5, alguém o tirou da minha vida com violência, ele estava sempre por aqui, e nossos encontros marcados se desencontraram todas as vezes, eu tinha um receio de vê-lo, tínhamos algo em comum que eu preferia não falar, hoje lido melhor com nossas verdades e segredos, sim nós já falamos de coisas que nunca disse a ninguém, me deu sua senha e login porque confiava em nosso laço, depois disso não ouvi mais falar, ele se foi, mas estranhamente ainda está aqui hoje, ontem, naquela cidade que por acaso visitei quando ele não estava mais na época. Lembro do seu rosto, do seu cabelo, do seu sorriso e a risada no telefone, meu caro, hoje revirando notícias de jornais me deparei contigo, abracei você pela primeira vez, e a foi a sensação mais estranha da minha vida.Descanse em paz, cara, queria ter te encontrado, um dia quem sabe a gente se esbarra nos jardins por aí. (Lucas, obrigada por ter existido.)
Que mórbido, esses dias as imagens em minha cabeça foram tão intensas, todas aquelas pessoas no qual eu toquei a alma, a vida, a mão, me sorriram, só pode ter sido a data, ou algo assim, lembrei do Cláudio e sua gentileza, lembrei também da garota gótica de sobrenome estrangeiro que me sorriu bem dizer dia desses, numa avenida lotada, numa parada de ônibus, ela levou na lembrança meu sorriso, ainda bem que sorri pela última vez, por que pessoas vão embora o tempo todo.
Havia pensado em escrever coisas totalmente diferentes, mas quando chego até aqui as coisas mudam, ia escrever sobre um arquivo recebido, acabei lembrando de uma mensagem da década passada, seria estranho se não fosse assim, seria estranho se EU não fosse assim.
Próxima vez que escrever nesse espaço, sinto que brevemente, pois verdades e fatos estão entulhados e agora sou obrigada a arrumar minhas bagunças, minha vida, meus guardados.
12 novembre 2015
inDÉPENDANCE...
Eu gosto muito de pessoas, gosto muito da juventude, não digo o que é certo pra ninguém, cada um sabe ou saberá um dia, me levo a reflexão sempre que devo tomar decisões, talvez isso me torne diferente de muitos, talvez sejam sentimentalidades, talvez seja praticidade, talvez seja sábio, mas só tive intenção de ser sabiá.
Saibam vocês que cada escrito meu é poesia aos meus olhos, é crônica dos meus dias, versos de minha maioridade, pois no mundo a gente só cresce pensando. Aqui não é manual, não é auto-ajuda, não é livro de como seguir a vida, apenas escritos de quintal.
I. Ontem calejei os pés.
II. Ontem corri por terras que conheço demais.
III. Ontem estive perto de um ser que desconhecia a matéria e conhecia o espírito.
IV. Ontem falei de arte como quem fala de comida estando com fome.
V. Ontem fui mais feliz que hoje, pois acordei doente. rs
5 novembre 2015
Agressive...
VI. As demais redes sociais que disponibilizo aqui no Blog não utilizo muito e por enquanto não uso Snapchat, instalei um dia e desinstalei minutos depois, falo mais no WhatsApp, leio emails sempre e adoro cartas.
VII. Escrevi um funk, cantei uns raps no banho, me sinto cada dia mais black. (Quem perguntou, doido? )
VIII. Fotografei em um cemitério nesse dia de finados, entendo o pensamento das pessoas em relação a isso, mas a fotografia é um resgate de emoções, é nostalgia, pois trás de volta a tristeza de um momento, mas também é apreciação, salientar belezas, é um conjunto de lembranças, sejam elas boas ou ruins, foi diferente e espero fazer outras fotos no mesmo estilo.
IX. Tenho ocupado muitos lugares da cidade de Fortaleza, é bom povoar e tornar locais vazios prediletos.
X. Só pra dizer que sabe contar em algarismos romanos. KKKKKKKK (Que imbecil! )
Crio esses tópicos enumerados pra tentar ficar menos desconexa e quando leio essa porra toda separadinha vejo que ficou ainda pior, escrevi 10 besteiras e a diferença é que tá organizado.
Esses dias me disseram que ao ler coisas que posto sentem uma mãozada na cara, aí eu penso: Pô, que bacana ! kkkk Sim, sou agressiva com as palavras e não mando indireta, só não ponho nomes nas postagens porque é constrangedor pra pessoa, mas se posto uma coisa e afeta quem leu, é sinal de que a pessoa compreendeu a mensagem, pode ocorrer de a pessoa refletir ou simplesmente ignorar, sei lá, mas gente eu sempre fui assim, sou sarcástica, sou irônica, sou uma pessoa que adora se expressar,tenho opinião própria, não costumo ser injusta, gosto de muita gente, mas existem pessoas que não suporto, por serem desprezíveis na minha concepção, não terem bom caráter, serem ridículas, serem invejosas claramente, com essas quero mais é ser zoeira mesmo, assim como tem gente que adoro e às vezes faço uma crítica e posto uma brincadeira e essa pessoa querida se sente ofendida, nesses casos penso: Ô, coração, você tá sensível, não foi pra você, bebê. rs
Vou escrever mais não, cansei de me explicar óh.

















